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	<title>Laboratório de Criação Digital &#187; pcb</title>
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		<title>Sprint Project: Machinimakers CNC</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 17:17:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alfakini</dc:creator>
				<category><![CDATA[projectos]]></category>
		<category><![CDATA[arduino]]></category>
		<category><![CDATA[CNC]]></category>
		<category><![CDATA[electrónica]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois do Encontro de Laboratórios da Audiência Zero que decorreu em Dezembro passado, ficou-nos a ideia de repetir de uma forma regular aquele tipo de trabalho colaborativo intenso e altamente focado. Foi assim que nasceram os Lab Sprints AZ, sessões de trabalho mensais em que os membros dos labs se juntam em equipas para trabalhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do Encontro de Laboratórios da Audiência Zero que decorreu em Dezembro passado, ficou-nos a ideia de repetir de uma forma regular aquele tipo de trabalho colaborativo intenso e altamente focado.</p>
<p>Foi assim que nasceram os <a href="http://audienciazero.org/docs/public/labs/events/sprints/start" target="_blank">Lab Sprints AZ</a>, sessões de trabalho mensais em que os membros dos labs se juntam em equipas para trabalhar em projectos concretos num fim de semana. O requisito fundamental é que no inicio de cada sprint cada projecto a ser trabalhado tem que ter um objectivo e seja demonstrável no final.</p>
<p>Para arrancar, pegamos num projecto antigo dos Machinimakers que há muito estava à espera de atenção, a nossa CNC. O projecto voltou à baila recentemente porque nos surgiu a necessidade de fabricar PCBs para um projecto do LCD e apesar dos resultados interessantes das experiências de etching que fizemos no verão passado, a ideia de usar um processo com químicos tóxicos nunca foi do nosso inteiro agrado, e usar uma CNC para gravar as PCBs pareceu-nos uma alternativa bastante viável.</p>
<p>Claro que construir uma CNC fiável a partir do zero é um projecto impossível para um fim de semana, por isso colocamos o objectivo do sprint numa fasquia mais baixa, mas mesmo assim ambiciosa: criar um protótipo funcional de uma CNC controlada manualmente por um joystick, demonstrável através do uso da máquina para mover uma caneta e desenhar sobre uma folha de papel.</p>
<p>A equipa intercontinental que reunimos para este projecto era composta por Pedro Ângelo, e pelo Ricardo Lobo do LCD, pelo Tiago Serra do <a href="http://www.audienciazero.org/xda/" target="_blank">xDA</a>, e pelo Alan Fachini e Dino Magri do <a href="http://www.musa.cc" target="_blank">MuSA</a>.</p>
<p>Começamos por atacar a nossa pilha de material informático velho à procura de peças que pudessemos usar para construir a máquina.</p>
<div id="attachment_695" class="wp-caption aligncenter" style="width: 471px"><a href="http://labcd.org/wp-content/uploads/2010/01/sucata.jpg" rel="lightbox[694]"><img class="size-full wp-image-695   " title="sucata" src="http://labcd.org/wp-content/uploads/2010/01/sucata.jpg" alt="Reaproveitando peças de impressoras" width="461" height="308" /></a><p class="wp-caption-text">Reaproveitando peças de impressoras</p></div>
<p>Um par de impressoras forneceram os eixos e os motores, os componentes principais, e o resto da estrutura foi montada a partir de pedaços de madeira encontrados na oficina e o nosso termoplástico favorito, a cola quente.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_696" class="wp-caption aligncenter" style="width: 471px"><a href="http://labcd.org/wp-content/uploads/2010/01/estrutura.jpg" rel="lightbox[694]"><img class="size-full wp-image-696   " title="estrutura" src="http://labcd.org/wp-content/uploads/2010/01/estrutura.jpg" alt="Estrutura da CNC pronta" width="461" height="306" /></a><p class="wp-caption-text">Estrutura da CNC pronta</p></div>
<p>A electrónica que controla os motores foi adaptada de umas experiências que fizemos durante o ano passado para o LKL, um outro projecto do LCD. O circuito foi escolhido por ser simples de montar numa breadboard e por termos os componentes disponíveis. O conjunto é controlado por um Arduino com um firmware muito simples que recebe uma direcção pela porta de série e move o motor correspondente.   O passo seguinte seria adaptar o firmware mais completo usado na LKL, que permitiria multiplexar os motores e obter maior precisão no movimento da máquina, mas infelizmente como esse firmware foi desenvolvido para um outro método de controlo de motores, não foi possível modificá-lo e calibrá-lo a tempo da demonstração final do Sprint.</p>
<div id="attachment_697" class="wp-caption aligncenter" style="width: 471px"><a href="http://labcd.org/wp-content/uploads/2010/01/eletronica.jpg" rel="lightbox[694]"><img class="size-full wp-image-697   " title="eletronica" src="http://labcd.org/wp-content/uploads/2010/01/eletronica.jpg" alt="Electrônica" width="461" height="306" /></a><p class="wp-caption-text">Electrônica</p></div>
<p>Para a demonstração propriamente dita, ligamos um joystick ao PC e criamos um patch de Pure Data que converte o movimento dos eixos do joystick em valores a enviar ao Arduino pela porta de série e o resultado é este:</p>
<p><center><br />
<object width="400" height="225"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8815014&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8815014&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="225"></embed></object><br />
<a href="http://vimeo.com/8815014">CNC machine (first tests)</a> from <a href="http://vimeo.com/serratiago">Tiago Serra</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.<br />
</center></p>
<p>Foi um fim de semana intenso e muito divertido, que nos deixou cheios de ideias para continuar a desenvolver este projecto em proximos sprints.  Se estiverem interessados podem encontrar o código e mais informação sobre o projecto na <a href="http://audienciazero.org/docs/public/labs/events/sprints/jan-2010/start" target="_blank">página do sprint</a>, e claro, envolverem-se na preparação do próximo.</p>
<p>Vejam mais fotos do decorrer das atividades no <a href="http://www.flickr.com/photos/tserra/sets/72157623110047679/">Flickr</a>.</p>
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		<title>Actualização PCB</title>
		<link>http://labcd.org/2009/08/27/actualizacao-pcb/</link>
		<comments>http://labcd.org/2009/08/27/actualizacao-pcb/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 23:35:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[experiencias]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[electrónica]]></category>
		<category><![CDATA[pcb]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma segunda série de testes para a produção da PCB caseira trouxe resultados encorajadores. A principal, talvez mesmo a única, diferença significativa na linha de montagem foi o papel utilizado. Testamos dois: o recomendado nos comentários pelo Nuno João (HP Professional 130g/m^2), e um outro da Staples o Photo Basic Glossy 190g/m^2. A diferença entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma segunda série de testes para a produção da PCB caseira trouxe resultados encorajadores. A principal, talvez mesmo a única, diferença significativa na linha de montagem foi o papel utilizado. Testamos dois: o recomendado nos comentários pelo Nuno João (HP Professional 130g/m^2), e um outro da Staples o Photo Basic Glossy 190g/m^2.</p>
<p>A diferença entre estes dois tipos de papel e os experimentados anteriormente foi enorme. Gostamos especialmente do papel da Staples porque fez uma transferência muito boa e saiu com facilidade (foto que se segue). O da HP tem a vantagem de ser bem mais económico e de sair totalmente sem esforço. Voltaremos a tentar a transferência com ele até porque temos 250 folhas!</p>
<p><img src="http://www.audienciazero.org/lcd/wp-content/uploads/2009/08/pcb_com_tonner.jpg" alt="pcb_com_tonner" title="pcb_com_tonner" width="450" height="301" class="aligncenter size-full wp-image-563" /></p>
<p>Terminada a transferência com uma percentagem muito baixa de erros, passamos ao processo de remoção do cobre. A pressa obrigou a um método de relativa violência o que resultou na morte de algumas linhas mais frágeis. Da próxima ter-se-à mais cuidado. Porque a foto não nos faz justiça, decidimos optar por uma imagem solene do processo.</p>
<p><img src="http://www.audienciazero.org/lcd/wp-content/uploads/2009/08/alegria_no_trabalho.jpg" alt="alegria_no_trabalho" title="alegria_no_trabalho" width="450" height="301" class="aligncenter size-full wp-image-564" /></p>
<p>O próximo passo são os furos e a soldagem, para tal vamos adquirir uma Dremel que nos vai possibilitar furos até 0.4 mm.</p>
<p>E antes de terminar, referir que testamos um verniz para prevenir a oxidação da placa. Na Aquário não encontramos o SOLDERLAC, por isso veio um equivalente da Kontakt Chemie que funcionou lindamente.</p>
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		<title>PCBs&#8230; 123</title>
		<link>http://labcd.org/2009/08/18/pcbs-123/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 23:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VictorMartins</dc:creator>
				<category><![CDATA[experiencias]]></category>
		<category><![CDATA[sessões]]></category>
		<category><![CDATA[electrónica]]></category>
		<category><![CDATA[pcb]]></category>

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		<description><![CDATA[Este sábado tentou-se, mais uma vez, encontrar um processo fiável para produzir PCBʼs (printed circuit board ). Começamos por nos basear em dois tutoriais presentes no sítio instructables.com nomeadamente o “Sponge + Ferric Chloride Method &#8212; Etch PCBs in One Minute!” e “(Mostly) easy PCB manufacture” Faseamos as experiências de forma a tirar várias conclusões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este sábado tentou-se, mais uma vez, encontrar um processo fiável para produzir PCBʼs (printed circuit board ).<br />
Começamos por nos basear em dois tutoriais presentes no sítio instructables.com nomeadamente o “Sponge + Ferric Chloride Method &#8212; Etch PCBs in One Minute!” e “(Mostly) easy PCB manufacture”</p>
<p>Faseamos as experiências de forma a tirar várias conclusões e evitar o desperdício excessivo de material. Assim, começamos por experimentar vários processos de lavagem do cobre das PCBʼs, usando apenas um marcador de acetato para as marcações e testando o método da passagem com a esponja embebida em solução.</p>
<p><img src="http://www.audienciazero.org/lcd/wp-content/uploads/2009/08/img1.jpg" alt="img1" title="img1" width="450" height="360" class="aligncenter size-full wp-image-549" /></p>
<p>Os testes foram resultando cada vez melhor. A diferença esteve no meio usado para limpar a pcb e na força aplicada na esponja a fazer ao aplicar a solução. No primeiro teste usamos simplesmente detergente da loiça, o resultado não foi muito positivo em especial nos cantos onde os dedos estiveram mais em contacto. Nas restantes tentativas foi usado diluente na segunda e acetona na terceira.</p>
<p>Parece que a acetona funciona melhor, mas o resultados foram muito idênticos, daí que iremos pelo que for mais barato de obter.</p>
<p>O uso da esponja passou a ser apenas um ligeiro movimento circular e para trás e para diante sem fazer demasiada força. Assim nota-se que o teste 3 tem o cobre menos desgastado.</p>
<p>Após estes testes foi experimentada a técnica de passar um esquema impresso a laser. Mais uma vez procuramos seguir os tutoriais mencionados. O primeiro desafio está em encontrar o papel certo. O objectivo é usar um papel que absorva muito pouco toner e que mantenha uma boa definição das linhas.</p>
<p><img src="http://www.audienciazero.org/lcd/wp-content/uploads/2009/08/img3.jpg" alt="img3" title="img3" width="450" height="301" class="aligncenter size-full wp-image-551" /></p>
<p>Começamos por usar o papel Staples Photo Supreme de 270g/m2. Este papel começou por dar alguns problemas pois encravava a impressora. No entanto à terceira tentativa conseguimos a impressão. É um papel muito grosso e a absorção do toner foi mínima. Ao passar o dedo levemente sobre as linhas sentíamos um relevo superior muito nítido.</p>
<p>De seguida usamos papel Epson Mate de 190g/m2. Este papel, também ele fotográfico, absorveu muito mais tinta e o relevo deixou de ser notável. Usamos ainda o papel Xerox Copy de 80g/m2 que absorveu de novo bastante bem a tinta sem relevo aparente.</p>
<p>O processo que se segui-o foi similar para os três casos. Começamos por aplicar o toner na PCB usando um ferro de engomar. A folha impressa foi colocada com o toner virado para baixo ( em contacto com o cobre ). Aplicou-se ainda algum papel extra por cima para evitar um contacto quase directo do ferro com a placa. As tempos andaram entre os 3 e os 5 min.</p>
<p>A transferência do toner ocorreu nos três casos sem grande diferença aparente, o que é surpreendente no caso dos papeis mais absorventes.</p>
<p><img src="http://www.audienciazero.org/lcd/wp-content/uploads/2009/08/img4.jpg" alt="img4" title="img4" width="450" height="301" class="aligncenter size-full wp-image-553" /></p>
<p>A maior diferença notou-se no passo seguinte, que foi de colocar a placa com o papel ainda colado em água quente para se proceder à descolagem do papel deixando apenas as faixas de toner.</p>
<p><img src="http://www.audienciazero.org/lcd/wp-content/uploads/2009/08/img5.jpg" alt="img5" title="img5" width="450" height="301" class="aligncenter size-full wp-image-555" /></p>
<p>Após alguns minutos de molho, as camadas de papel iam sendo raspadas gentilmente com o dedo. Ao encontrar zonas demasiado secas a placa voltava para a água. O grande problema é que o papel fotográfico parece deixar uma espécie de goma/cola juntamente com as faixas de toner. Essa película parece ser o suficiente para que o desgaste do cobre durante a aplicação da solução não ocorra de forma eficiente. Por isso, o papel que deu o melhor resultado foi o Xerox Copy, pois não deixa nenhum resíduo extra.</p>
<p><img src="http://www.audienciazero.org/lcd/wp-content/uploads/2009/08/img2.jpg" alt="img2" title="img2" width="450" height="360" class="aligncenter size-full wp-image-557" /></p>
<p>Como se pode ver, na primeira imagem, existe uma camada de cobre entre as linhas, resultante da goma. Na segunda, as linhas encontram-se bem separadas.</p>
<p>Tentamos ainda fazer a transferencia de todo o circuito para uma placa muito maior, com cerca de 13x9cm. O resultado foi muito inferior ao esperado. Julgamos que se deveu ao facto da dissipação de calor ser maior devido à placa ter muito mais superfície de metal e do ferro de engomar não conseguir um contacto total.</p>
<p>Isto resultou numa passagem de toner muitas vezes inexistente ou frágil. Ficou ainda muitas fibras de papel agarradas ás faixas. Acabamos por limpar a placa e não aplicar a solução. Descobrimos também que a acetona é muito eficaz para remover o toner da placa (ao contrário do diluente que não o remove ).</p>
<p><img src="http://www.audienciazero.org/lcd/wp-content/uploads/2009/08/img6.jpg" alt="img6" title="img6" width="450" height="384" class="aligncenter size-full wp-image-559" /></p>
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